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O povo não é marionete, chega de manipulação midiática

Sem nenhum pudor a mídia distorce frases, acrescenta ou tira palavras, para te enganar com meias verdades.



Mais uma vez manipularam falas do Presidente da República, sobre postagem que tratou de futuras investigações no MEC, nomeada "Lava Jato do MEC".
Em seu post, pelo Twitter, o Presidente Jair Bolsonaro fez o seguinte comentário:

"Brasil gasta mais em educação em relação ao PIB que a média de países desenvolvidos. Em 2003 o MEC gastava cerca de R$30bi em Educação e em 2016, gastando 4 vezes mais, chegando a cerca de R$130 bi, ocupa as últimas posições no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA)"



Utilizando esse texto para transmitir informação distorcida, a revista Exame em seu perfil no Twitter, intitulou a matéria: "Bolsonaro diz que Brasil gasta demais com educação". Observem acima a postagem do Presidente, ele referiu-se ao não retorno do investimento em Educação, visto que, embora o país tenha investido R$130 bilhões (em 2016), o Brasil ocupa as últimas posições no PISA. Sendo assim, a Exame trás uma falsa impressão ao leitor, de que o Presidente Jair Bolsonaro julga muito alto o investimento em Educação, quando na verdade, através de uma futura investigação, buscará descobrir a razão do investimento, proporcionalmente alto em relação ao PIB, não ter trago o devido resultado.




O jornal Estadão também não deixou de lado a oportunidade de ludibriar, pelo Twitter escreveu em sua postagem:

"Bolsonaro defende 'Lava Jato da Educação' e diz que o Brasil gasta mais em educação que países desenvolvidos".

Nesse caso, a manipulação foi em doses menores, se comparado a Exame, foram mais sutis. Mas vejam, no Tweet do Presidente ele disse: "Brasil gasta mais em educação em relação ao PIB que a média de países desenvolvidos", nesse caso a meia verdade se encontra na informação propositalmente omitida pelo Estadão, que seria, "em relação ao PIB", pois não tratou de números reais, mas de proporcionalidade. Considerando ainda, que o Presidente da República referiu-se a média dos países, e não de todos os países desenvolvidos.




São por fatos como esses, que a grande mídia tem caído em descrédito, e está sendo evitada por um crescente número de leitores, seus posicionamentos parciais diante do Governo federal, revelam o lado progressista dos profissionais de imprensa, que recusam a aceitar a preferência da maioria conservadora do povo brasileiro, representados pelo seu Presidente, Jair Messias Bolsonaro.


Texto e edição Tiago Nascimento 

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