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A exemplo do suporte jurídico que teve Adélio Bispo, "Antifas" tinham advogados à disposição, afirmou Capitão Derrite


"Antes da chegada no distrito policial já tinha um corpo jurídico lá pra defendê-los"



Durante entrevista, no programa 'os pingos nos is', da Jovem Pan, o Deputado Federal Capitão Guilherme Derrite (PP-SP), respondendo a uma pergunta do jornalista Guilherme Fiuza, sobre a prisão de vândalos, autointitulados 'Antifas', em São Paulo, se ele estava acompanhado o caso, Derrite respondeu que, além dele outros deputados estaduais e a secretaria de segurança do Estado de São Paulo acompanhavam o caso, e continuou: 

"veja só que coincidência, pra quem acredita em coincidência, esses criminosos que agiram no domingo, na avenida Paulista, antes da chegada no distrito policial já tinha um corpo jurídico lá pra defendê-los, isso remonta a minha memória ao fato ocorrido lá em Juiz de fora, em 2018, quando um criminoso tentou matar o Presidente da República, e uma banca de advogados lá, consta aí advogados que cobram um valor considerável pra realizar as suas defesas, estavam lá também, prontos pra fazer a defesa daquele criminoso que se chama Adélio Bispo".

A assistência jurídica, realizada de pronto emprego, ao longo dos últimos anos, para atender criminosos, que agem em nome da extrema esquerda em atos violentos, tem sido muito comum, lembrando que, Adélio Bispo, foi, por alguns anos, filiado ao PSOL. 


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